sábado, 13 de outubro de 2018

JOGO DE TABULEIRO: ACENTUAÇÃO GRÁFICA

PRODUÇÃO E REALIZAÇÃO: Profª. Cleide Costa

Diante das dificuldades encontrada nas aulas de Língua Portuguesa, relacionadas à assimilação e uso da acentuação gráfica pelos alunos do 9º ano A e B, e após ter contato com materiais e sugestões de usos de novas tecnologias, durante os estudos do curso realizado no curso Novas Tecnologias na Educação, foi ai que surgiu a ideia de elaborar um jogo de tabuleiro com foco na acentuação gráfica. Criei o tabuleiro baseado nos que vi na internet. O material foi todo confeccionado, impresso e colado em papel cartão. 
Adiantei aos alunos sobre o jogo e marquei a data que ocorreria, pedi que estudassem para se saírem bem; pedi que trouxessem algum bonequinho/objeto para ser o "pião" que percorrer as casas. No dia, dividi a turma em trios, cada grupo recebeu um tabuleiro, um dado e cartas com perguntas e respostas  sobre o conteúdo. 
Funcionamento: 
O aluno joga o dado, o número sorteado indica a quantidade de casa que o aluno irá anda. O colega seguinte pega uma carta e lê a pergunta, se ele acertar, avança nas casas, assim vai seguindo. No final da jogada, cada vencedor disputara a segunda rodada, terminando em dois ganhadores. Trouxe duas canetas para agradar os ganhadores.
Ao final fiz uma avaliação oral, os alunos avaliaram o jogo como muito positivo, que ajudou muito a exercitar o conteúdo e aprender com os erros, pediram para fazer outras vezes.


























PEÇA TEATRAL

DE MACHADO DE ASSIS AO SERTÃO NORDESTINO
Autoria e organização: professora Cleide Costa

Os alunos do 9º ano A e B do turno matutino do Colégio Maria José Dias Pires, na segunda Unidade, estudaram os contos de Machado de Assis: A Cartomante e o Enfermeiro.
Fizeram a releitura dos contos machadianos, enfocando as mazelas da sociedade atual, casando com o clima junino/caipira.
A história apresenta uma família composta por um casal, três meninas e dois meninos. O marido Zé Rudela é muito bruto com a esposa e bate nela sempre, a mulher Filismina disfarça para as pessoas o motivo de sua tristeza e manchas rochas. Chiquim é um moço que descobre tudo e se compadece com o sofrimento de filismina, onde acaba surgindo um romance; Zoi Grande flagra o romance e chantageia Chiquim pedindo presentes. A filha Rosinha é encalhada e é doida pra casar. Rosinha, a segunda filha, começa a namorar com o desajeitado Mazarope somente por interesse, visto que ele tem condição de lhe oferecer uma vida melhor. 
Todos se preparam com muita expectativa para a festa junina da comunidade. Neste baile é apresentadas algumas simpatias juninas, recordando a tradição cultural de antigamente. São exibidas cenas de fofocas, namoro no escuro, danças, "tábua", e por fim termina num tiro pro alto; tais fatos servem pra retratar a linha do autor: traição, fofoca, ambição, violência contra a mulher, chantagem, violência, dentre outros.















TERTULIA LITERÁRIA DIALÓGICA

REALIZADA NAS TURMAS 7ºA E 8ºA TURNO MATUTINO COM A PROFESSORA JANICLEIDE.



Foi um momento muito prazeroso e descontraído, observei que ajudou na ampliação do vocabulário por parte dos participante, a expressão oral e sua compreensão de leitura, o respeito em ouvir a volta da palavra.
As aventuras de Alice no País das Maravilhas são fantasias oníricas e lúdicas sobre a realidade e a linguagem.
Esse livro foi uma virada na literatura infantil no século 19. Até então, os livros que eram direcionados a esse público em especial, tinham foco na educação moral, mas essa história foi escrita para que a criança soltasse a imaginação.
O livro conta a história da menina Alice, que cai na toca do coelho, e vai para um mundo totalmente diferente do nosso, onde os animais falam, existe uma bebida que a faz crescer, um bolo que a faz ficar minúscula, e que a lógica lembra muito a dos sonhos, um mundo onde tudo é confuso. O Chapeleiro Maluco, o Gato Cheshire, a lagarta Azul, com seus conselhos, são alguns dos personagens marcantes dessa história. O livro possui uma continuação, Alice do outro lado do espelho. A história também possui adaptações que foram para o cinema.
O Livro é muito interessante, curioso.... Faz uma viagem pelo mundo da imaginação.








sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Nascente de Sto. Antônio, Sta Rita-Boquira Ba

Trabalho de pesquisa em nascente da localidade com os alunos. Levantamento de dados.






Sequência didática: Beijo ou Reação Química?

COLÉGIO MUNICIPAL MARIA JOSÉ DIAS PIRES
DISCIPLINA: Português
Prof.: Cleide Cota SÉRIE: 9º ano
1- Tema
Beijo ou reação química?
2- Propósito Social
Expor oralmente
3- Objeto da Língua
 Estrutura das palavras
 Coesão e coerência
 O uso da pontuação
4- Propósito Didático
Aula 1 e 2
Informe aos alunos sobre o tema do estudo;
Distribua os textos;
Faça algumas indagações para despertar a curiosidade: Como surgiu o beijo? Para que se beija?
Que tipo de pessoas você interessa beijar? Beijar faz bem pra saúde? Beijar faz algum mal?
Convide os alunos a ouvirem e acompanharem a leitura do texto “A ciência do beijo”, feita pelo
professor;
(Texto 1)
A ciência do beijo
A grande questão a ser resolvida é se o beijo é um comportamento aprendido ou instintivo.
Alguns dizem que é um comportamento aprendido, que remonta aos tempos de nossos ancestrais
humanos.
Naquela época, as mães mastigavam comida e a passavam de suas bocas para as de seus
bebês desdentados. Mesmo depois dessa fase, as mães continuavam a pressionar seus lábios
contra as bochechas de crianças, para confortá-las.
Outro fato que apoia a ideia de que o beijo é aprendido é o de que nem todos os humanos se
beijam. Certas tribos ao redor do mundo simplesmente não sabem o que estão perdendo – 10% da
população humana, de acordo com os antropólogos, não se beijam.
Outros acreditam que o beijo é, sim, um comportamento instintivo – e citam os animais como
prova. Enquanto a maioria dos animais esfrega os narizes em um gesto de carinho bem parecido
com um beijo, outros gostam de beijar exatamente como os seres humanos.
Os bonobos, por exemplo, inventam qualquer desculpa para trocar saliva. Eles se beijam
depois de brigas, para consolar um ao outro, para desenvolver vínculos sociais e, às vezes, sem
nenhuma razão aparente – assim como nós.
Hoje, a teoria mais aceita sobre o beijo é de que os seres humanos fazem isso porque nos
ajuda a “farejar” um companheiro de qualidade.
Quando nossos rostos estão próximos, nossos feromônios trocam informações biológicas
sobre se as duas pessoas resultariam em filhos fortes (com bom sistema imunológico, e, portanto,
saudáveis).
“É muito possível que tenhamos começado a beijar para sentir o gosto e o cheiro de alguém”,
disse Ana Alexandra Carvalheira, presidente da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica. “O
olfato é o órgão mais primitivo e mais poderoso a nível sexual naquilo que é a atração e o prazer”.
As mulheres, por exemplo, subconscientemente preferem o cheiro de homens cujos genes
para certas proteínas do sistema imunológico são diferentes das suas. Este tipo de mistura poderia
produzir descendentes com sistemas imunológicos mais fortes, e melhores chances de
sobrevivência.
Vale lembrar que, do ponto de vista científico, pensa-se que cabe às fêmeas escolher o seu
parceiro para procriar, e que elas têm uma obrigação filogenética de encontrar um bom companheiro
– visto por esse lado, o comportamento de uma fêmea de beijar vários homens significa apenas que
ela está tentando encontrar o “cara certo” para passar adianta seus genes.
Ainda assim, a maioria das pessoas (cerca de 90% delas!) está satisfeita com a explicação de
que os humanos se beijam simplesmente porque é muito bom. Nossos lábios e línguas são cheias
de terminações nervosas, que ajudam a intensificar todas aquelas sensações vertiginosas de estar
apaixonado quando apertamos nossa boca na de outra pessoa.
Ao final, deixar livre para as manifestações que surgirem, em seguida pergunte se o texto
responde às perguntas iniciais; se eles descobriram algo novo com o texto;
Divida a turma em grupos de 3 pessoas e oriente-os a localizar no texto as informações a
respeito do comportamento do beijo, organizando os mesmos por meio de uma tabela,
padronizada pelo professor;
 Elabore títulos para resumir as informações/argumentos do texto:
BEIJAR É UM COMPORTAMENTO:
 APRENDIDO  INTUITIVO  SENSORIAL/OLFATO
CONCLUSÃO DA MAIORIA

Ao término, faça a socialização das respostas;
Aula 3 e 4
Divida a turma em dois grupos e indique um líder, proponha a seguinte dinâmica: Serão
realizadas perguntas relacionadas aos textos seguintes (anteriormente entregue junto ao primeiro),
cada grupo deve discutir, encontrar a resposta o mais rápido possível e o líder escreverá no quadro,
do lado referente. Quem anotar primeiro marca ponto, ao final será atribuída nota para cada questão
acertada e somada aos pontos anteriores.
(Texto 2)
28 Fatos incríveis sobre o beijo
O beijo liberta ocitocina, um hormônio ligado ao amor e a excitação sexual. Através desta
liberação, aumentam também os níveis de dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer.
Em resumo, a estimulação cerebral causada por um beijo leva à produção de ocitocina,
noradrenalina, dopamina e serotonina, que influenciam o humor, a ansiedade, o sono e a
alimentação.
Segundo Margarida Braga, do Departamento de Psicologia Médica da Faculdade de Medicina
da Universidade do Porto (Portugal), a saliva contém ainda testosterona, sendo uma das explicações
prováveis para alguns estudos afirmarem que os homens preferem beijos mais úmidos e com a boca
mais aberta – o que favorece a estimulação sexual da mulher e permite avaliar sua fertilidade e o
ciclo estrogênico.
(Texto 3)
Seletividade do sistema imunológico
O beijo também está relacionado com o sistema imunológico. “Há um estudo recente que diz
que o beijo serve para as mulheres serem expostas a determinados anticorpos que lhes
desencadeiam uma reação imune de forma a preparar para a escolha do par: há um “match
imunológico””, explica Margarida Braga. “Como a saliva é rica em compostos químicos seria uma
forma de identificação imunitária, as células poderiam identificar outras com quem seria vantajoso
conjugar”, acrescenta.
Para além disso, sabe-se que o beijo tem vários benefícios. Um deles está relacionado com
uma forma de combate à depressão, fato que, de acordo com a docente, ainda não está
comprovado totalmente. Com um ósculo, um sinônimo para este ato, baixam-se os níveis de cortisol,
um hormônio que rege a resposta ao stress do nosso organismo, sendo que é considerado um
calmante natural.
Beijar faz ainda com que o nosso sistema imunitário fique reforçado, visto que ele aumenta a
sua atividade. Transmitimos vírus através deste contacto físico e por isso se promove “uma espécie
de defesa e um fator de equilíbrio homeostático entre nós e o ambiente”, refere Margarida Braga.
Este reforço é conseguido não apenas através da composição dos fluidos de um beijo, mas também
a nível central, pois o cérebro tem a capacidade de equilibrar este sistema.
(Texto 4)
Cientistas explicam reações químicas que resultam no amor
REDAÇÃO EM 12 DE JUNHO DE 2015 ÀS 17:50
O que para os poetas é um mistério, para os incrédulos cientistas não passa de reações
químicas. Os pesquisadores dizem que tudo é uma questão de química: um olhar, um sussurro, um
perfume --hormônios que estimulam os sentidos. Para os psicólogos, uma reação subconsciente.
Em apenas um quinto de segundo, a seta do cupido pode atacar seu coração e sua cabeça,
ativando quatro áreas do cérebro. Duas ficam no córtex cerebral, a parte mais desenvolvida. As
outras duas, em uma área mais primitiva, muito provavelmente ligada ao vício.
Num instante, a reação pode ser desencadeada, com agentes químicos como dopamina,
oxitocina, vasopressina ou adrenalina. Após o primeiro beijo, a liberação de produtos químicos
continua.
Quando se trata de escolher os parceiros, o cérebro humano funciona de acordo com três
sistemas distintos: o desejo sexual, impulsionado pelos hormônios; a atração romântica, ligada a
altos níveis de dopamina, o estimulante natural; e o apego, a fidelidade, resultado do hormônio do
amor, a oxitocina.
O beijo é praticado por mais de 90% dos seres humanos de diferentes culturas em todo o
mundo. Mas nós não somos os únicos. Os animais têm sua própria maneira de trocar afagos.
De acordo com a biologia evolutiva, o vínculo criado por casais apaixonados garante a
segurança da espécie. Focado na sua família, o homem gasta energia em mantê-la bem provida,
oferecendo todas as oportunidades para que seus filhos cresçam e perpetuem sua carga genética.
Para unir o casal, o cérebro se inunda de amor - no caso, há um aumento na liberação dos
hormônios dopamina e norepinefrina. São eles que causam todas as sensações típicas da paixão,
como insônia, frio na barriga e pensamento obsessivo na pessoa amada.
 No texto 2, 1º parágrafo, o que é a “ocitocina” liberada durante o beijo? #Com uma palavra.
 O que estimula o cérebro a produzir “ocitocina”? #Uma palavra
 Qual palavra, do texto 2, 2º parágrafo, indica que o parágrafo é uma conclusão da informação do
anterior?
 Observe, texto 4, 6º parag.: “Para unir o casal, o cérebro se inunda de amor.” Há uma explicação
científica para este fato. Quais os dois hormônios envolvidos?
 No texto 3, 2º parag., 1ª linha, qual o sentido da palavra “benefício”?
 No texto 4, 4º parag. Atribua um significado para a expressão “trocar afagos”.
 No texto 4, 2º parag., 2ª e 3ª linha, a que se refere as palavras “duas”?
Ao final, revise com a turma, confronte no texto e peça que façam o registro no caderno.
Aula 5 a 7
Proponha o seguinte exercício em duplas;
Escrito:
 1 # Identifique a tese do texto 3,3º parag. e aponte os argumentos utilizados.
 2- No texto 3, elabore um parágrafo indicando resumidamente os benefícios do beijo à saúde,
apontado os argumentos.
 3- No texto 4, parag. 4, 2ª linha, explique o sentido do sinal gráfico (:).
 4- No texto 1, parag. 10, qual foi a intenção ao usar as duas primeiras vírgulas?
 5- No texto 1, parag. 6, a palavra farejar está entre aspas(“”), que sentido este sinal deu ao
enunciado?
 6- No texto 3, 1º parag. 3º período, o sinal de aspas foi usado com a mesma intenção da questão
anterior? Explique.
 7- Observe as seguintes palavras: apaixonar – apaixonado – apaixonou - apaixonante. Note que
nestas 4 palavras, há uma parte que se repete, mudando apenas o final. Que parte se mantém em
todas?
 8- Transcreva aqui a palavra destacada no texto 1. Ela está no singular ou plural? Em que
pessoa verbal se encontra? 1ª, 2ª ou 3ª? Que parte da palavra é responsável por indicar o plural, o
tempo verbal e a pessoa?
 9- Analisando a palavra “beijinhos”, Indique a parte responsável pelo:
Diminutivo:
Gênero (masculino/feminino):
Número (Singular/plural):
 10- Que parte desta palavra pode ser usada para formar outras derivadas? Faça uma
demonstração.
 11- Qual é a parte básica/principal da palavra “desdentados”, (vem de que palavra)? Observe as
partes que a compôs, qual funciona como prefixo(que vem antes)? Qual define o gênero, e o
numero?
 12- Se chamamos radical a parte básica de uma palavra e de sufixo a parte que se acrescenta
ao final do radical, qual seria o sufixo da palavra “simplesmente”?
No processo de revisão das atividades, acrescente explicações, notas, sobre os conteúdos.

Sequência Didática: Encantos da Música


COLÉGIO MUNICIPAL MARIA JOSÉ DIAS PIRES
DISCIPLINA: Português – Ler para estudar
Prof.: Cleide Costa, Janicleide Brito, Márcia Modesto e Dulcelice Lima                 SÉRIE: 7º e 8º ano

1- Tema
Encantos da música

2- Propósito Social
Expor oralmente

3- Objeto da Língua
FUso da acentuação gráfica
FComportamentos leitores
FO uso da pontuação

4-  Propósito Didático
*      Ler, escrever e interpretar reportagens no contexto de estudo;
*     Grifar as informações principais dos parágrafos referentes ao bem esta provocado pela música e elabore um título para cada um que represente a ideia central;
*      Registre comentários e opiniões na borda do texto sobre aspectos que podem fomentar o debate acerca do tema estudado;
*      Realizar anotações pessoais, durante o debate, de comentários e opiniões da professora e/ou colegas que possam repertoriar a síntese a ser construída sobre a discussão em torno da questão;
*      Comparar e relacionar informações do texto;
*      Preparar para a exposição dos benefícios da música;
*      Exercitar comportamentos leitores;
*      Usar adequadamente a acentuação gráfica;


Aula 1 a 3

*    Informe aos alunos que farão um estudo de algumas reportagens sobre os benefícios da música para a saúde, e depois irão compartilhar estes conhecimentos com os demais alunos, expondo-os no pátio da escola em forma de frases, espalhadas. 

*    Distribua os textos;

*    Faça algumas indagações para despertar a curiosidade: Vocês gostam de ouvir música? Em que momento você mais ouve música? Que sensação a música desperta em você? Quais tipos de músicas você mais ouve? Você acha que a música traz algum benefício ao ouvinte?

*    Informe aos alunos sobre a dinâmica seguinte:

Dinâmica:
O professor pegará as perguntas abaixo, de localizar informações no texto1, e as colocará numa caixa. Divide-se a turma em grupos e sentam-se em um único círculo, de modo que cada componente do grupo sentará ao lado um do outro; ao som de uma música, a caixa passará de mão em mão, quando a música parar, a pessoa que estiver com a caixa terá que pegar um papelzinho com as pergunta e respondê-la dentro de 2 min. Durante este tempo, os demais grupos também localizarão a resposta, quem achar primeiro dá um sinal, caso o primeiro não responda ou erre a resposta, o aluno do grupo que localizou a resposta primeiro poderá responder e marcará ponto para sua equipe, assim como todos que responderem corretamente; caso não encontrem a resposta, o professor indicará. Após cada orientação, o professor registrará a mesma no quadro em uma tabela (simulação da mesma logo abaixo), ao final todos anotarão em seus cadernos, após a somatória dos pontos das equipes.

à Orientações:

1-    No texto 1, 1º parágrafo, sublinhe porque o autor  compara a apreciação musical a fala.  (No texto 1, 1º parágrafo, a que é comparada a apreciação musical?
2-   Qual o sentido da palavra “contêm” no texto 1, parag. 2?
3-   Explique o uso das “aspas” no texto 1, parag. 3, linha 3.
4-   Localize no texto 1, 3º parag. linha 3, a palavra que  indica “incerteza” na informação.

5-   A informação da seguinte frase presente no texto, é um fato ou opinião: “Há uma grande possibilidade de que a música seja simplesmente um efeito colateral de sistemas que evoluíram por outros motivos”?

6-   No texto 1, 3º parag. Identifique e pinte o especialista entrevistado na reportagem.
7-    No último período, 3º parag. do texto 1, a informação é fruto de uma opinião? Registre sua opinião.
8-   No 4º parag. do texto 1, a descoberta de Isabelle Peretz é recente? Justifique oralmente.
9-    No parágrafo 5, texto 1, localize e circule a palavra CONCORDAM. Registre o que essa palavra quer dizer na seguinte frase: “ouvintes do Ocidente concordam, universalmente, sobre o fato de uma música que usa elementos tônicos ocidentais ser alegre, triste, assustadora ou tranquilizante”.

10-               Localize no 3º período, 5º parágrafo, texto 1, a expressão que mostra que adultos e ocidentais caracterizam a música de forma semelhante.

Leitura e interpretação do texto 1 e 2
1- Comparação da apreciação musical
Compara com a fala
2-Sentido de “contêm”
Ter, possuir...
3-Sentido das aspas
Indica fala de uma pessoa
4-Indicativo de incerteza
Possibilidade
5-Fato ou opinião?
Opinião
6-Especialista entrevistado
Jiosh McDermott
7-A informação é opinião?
Não. É baseada em pesquisas
8-A descoberta é recente?
Não. Ocorreu no final dos anos 90
9-significado de “concordam”
Aceita, está de acordo...
10-Caracterização semelhante da música
Da mesma maneira
11-Tons musicais despertam
Medo, alegria e tristeza



Aula 4 e 5

Leitura e interpretação do texto 2:
Música acalma, estimula a memória, alivia dores e ajuda no exercício físico
·         Identificar as informações principais dos parágrafos e elabore um título para cada um que represente a ideia central;
·         Registre comentários e opiniões na borda do texto sobre aspectos que podem fomentar o debate acerca do tema estudado
·         Realizar anotações pessoais, durante o debate, de comentários e opiniões da professora e/ou colegas que possam repertoriar a síntese a ser construída sobre a discussão em torno da questão;
·         Fichar o texto considerando os dados da publicação, as expressões desconhecidas, as principais informações e possíveis comentários.

FICHAMENTO

Título da reportagem

Dados da publicação

Portador: _____________________________________________________
Data:________________________________________________________
Autor:_______________________________________________________
Cidade:
Expressões desconhecidas

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Principais informações

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Comentários

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*         Recorde com os alunos as características do gênero reportagem, fazendo a identificação no texto.

Aula 6 a 8

Com base nas informações dos textos trabalhados, transforme as notas em frases de efeito utilizando as imagens.


http://media1.picsearch.com/is?VV1-UHbS3pIdwj_SoyvWelC3jw-VagkqrOjrx8udOtA&height=226  http://cnt.winkal.com/516d05a5e4b0b5fe25df09bf/XfOb_700.jpg

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http://farm4.staticflickr.com/3427/3237333925_e10aaa3731.jpg   https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigaYhv9gI10YrqVkh9rEznYPzkiljr7YH3JfCjIcFT-3mmFy3x_EkEnSP8iX9PJdqjtxC4R1dRHpBwq7xWBFJJcUYTYttvxJn3sXnTNwzmiIdUrGUZAWo121-NoLBS89eZafLoLH5Cahk/s1600/musica2.jpg
  


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Obs.:
A escrita das legendas das imagens pelos os alunos.
Professor fazer uso das legendas com palavras acentuadas para sistematização das regras de acentuação.

Para consolidar o objeto de conhecimento usar as Regras de Acentuação Gráfica (anexo).


Aula 9 e 12

*         Proponha aos alunos a seguinte atividade

Ler para estudar:
1-   Leia as palavras do quadro abaixo, em seguida, circule a sílaba forte.

raiva - unica – sintonia - musica – relaxar - proprio – exemplo – sensação – psicologo– alem


2-   Reescreva as palavras do quadro no gráfico abaixo, de acordo com a posição da sílaba tônica.
Última sílaba da palavra (oxítona)
Penúltima sílaba da palavra (paroxítona)
Antepenúltima sílaba da palavra (proparoxítona)













3-   Quais destas palavras você entende que precisa ser acentuadas? Reescreva e acentue-as.
Intervenção:
v  Apresente aos alunos as regras de acentuação e proponha a construção de um cartaz, em grupo, com as mesmas para ficar exposto na sala;
Oral:
v  Por que vocês acentuaram a palavra única?
v   Qual é a sílaba mais forte dessa palavra?
v  E a palavra “próprio”, porque recebe acento?

4-   No texto 1, parag. 2, linha 1, explique a acentuação da palavra “contêm”.

5-   Localize no texto 3, três palavras acentuadas oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas, a seguir indique a regra usada.
6-   No texto 2, 5º parag. última palavra, explique porque a palavra foi acentuada.


ANEXOS:
TEXTO 1
Encantos da música
Novas pesquisas explicam o poder dos sons sobre o que sentimos e os benefícios para o bem-estar físico e mental; entre seus efeitos estão o favorecimento da coesão social e de conexões empáticas entre os membros de um grupo
junho de 2010
KAREN SCHROCK
 [...]
Gramática emocional
Desde a década de 50, muitos psicólogos tentaram explicar o poder da música, comparando a apreciação musical com a fala. Afinal, tanto para o entendimento da música quanto do discurso é necessária a capacidade de detectar sons, em seu nível mais primitivo. O córtex cerebral auditivo é reconhecido hoje como responsável pelo processamento dos elementos musicais mais básicos como a altura (frequência de uma nota) e volume; as áreas auditivas secundárias vizinhas digerem padrões musicais mais complexos, como harmonia e ritmo.
Além disso, tanto a música quanto a linguagem contêm uma gramática que as organiza em componentes menores, como palavras e acordes, frases feitas de prosódia (a linha melodiosa da fala), tensão e resolução. De fato, a música excita regiões cerebrais responsáveis pelo entendimento e pela produção da linguagem, incluindo a área de Broca e a de Wernicke, ambas localizadas no hemisfério esquerdo, na superfície do cérebro. (Embora a maioria das pessoas processe a linguagem principalmente no hemisfério esquerdo, mas codifique aspectos da musicalidade em regiões análogas no direito.) Sendo assim, a sintaxe musical – a ordem de acordes numa frase, por exemplo – poderia levar ao aparecimento de mecanismos ligados à organização e ao entendimento da gramática.
Mas os tons recrutam outros sistemas cerebrais – principalmente os que governam as emoções como medo, alegria e tristeza. Por exemplo, danos à amígdala prejudicam a capacidade de sentir temor e tristeza em resposta à música. “Há uma grande possibilidade de que a música seja simplesmente um efeito colateral de sistemas que evoluíram por outros motivos”, diz o cientista auditivo Josh McDermott, da Universidade de Nova York. A ativação simultânea que a música causa em diversos circuitos neurais parece produzir efeitos notáveis. Em vez de facilitar um diálogo amplamente semântico, como faz a linguagem, a melodia media a comunicação emotiva. Quando um compositor escreve uma lamentação, ou pancadas com ritmo empolgante, revela não só seu estado emocional, mas faz com que os ouvintes sintam o mesmo. Diversas pesquisas indicam que a música conduz a emoção pretendida para aqueles que a escutam.

No final dos anos 90, a neurocientista Isabelle Peretz e seus colegas da Universidade de Montreal, no Canadá, descobriram que ouvintes do Ocidente concordam, universalmente, sobre o fato de uma música que usa elementos tônicos ocidentais ser alegre, triste, assustadora ou tranquilizante.
O conteúdo emocional da música pode ser culturalmente transparente. No ano passado, o neurocientista Tom Fritz, do Instituto Max Planck para Cognição Humana e Ciências Cerebrais, em Lípsia, Alemanha, e seus colegas expuseram membros do grupo étnico Mafa, de Camarões, que nunca haviam ouvido música ocidental, a trechos de peças clássicas de piano. Os pesquisadores descobriram que os adultos que apreciaram essas obras identificavam-nas como animadas, melancólicas ou capazes de causar medo, da mesma maneira que os ocidentais fariam. Logo, a capacidade de uma música de transmitir determinada emoção particular não depende, necessariamente, de uma base cultural.


TEXTO 2

Música acalma, estimula a memória, alivia dores e ajuda no exercício físico
Ouvir música pode trazer muitos benefícios para a saúde, corpo e mente.
Ela tem sido usada, inclusive, por médicos e terapeutas como tratamento.
FEERNANDA HERMANN
Do G1, em São Paulo – 06/06/2013

Ouvir música não é só um entretenimento e uma medida para acalmar e relaxar – ela pode trazer diversos benefícios para a saúde, como alívio de dores, melhora da memória e até mesmo um estímulo para a prática de atividade física.
Além disso, funciona como um “remédio” para vários problemas, como mostraram a pediatra Ana Escobar e a musicoterapeuta Marly Chagas no Bem Estar desta quinta-feira (6).
Isso acontece porque a música ativa o centro de prazer do cérebro, assim como o sexo e o chocolate, por exemplo. Ela libera dopamina e causa uma sensação de bem-estar e, por isso, tem sido usada por médicos, terapeutas e preparados físicos como tratamento de diversos problemas – e tem trazido ótimos resultados.
Em relação à atividade física, a música pode ajudar a embalar o exercício e torná-lo mais fácil e mais prazeroso, como mostrou a reportagem da Marina Araújo.
Segundo o músico e empresário Alexandre Casa Nova, a música é um estímulo importante para quem se exercita porque disfarça a sensação de fadiga, dor e cansaço e, no lugar, traz um sentimento bom de alegria e motivação, deixando a pessoa mais confortável.
O mesmo acontece com a música para dormir ou acordar. Sons mais graves e lentos, por exemplo, ajudam a pessoa a se desligar das preocupações e, comprovadamente, facilitam o sono e combatem a insônia. Por outro lado, sons animados, energéticos e acelerados são bons durante a manhã para despertar e ajudar a acordar.
Há ainda o benefício da música durante o período de gestação – ela é capaz de acalmar os recém-nascidos e reduzir, por exemplo, em até dez dias a permanência deles na UTI neonatal, como mostrou a reportagem do Phelipe Siani (veja no vídeo abaixo).
Essa identificação dos pequenos com a música começa, no entanto, depois da 21ª semana de gestação, como explicou a pediatra Ana Escobar.
Isso porque, na 20ª semana, o aparelho auditivo do bebê, apesar de já estar pronto para receber vibrações sonoras, ainda tem o conduto auditivo externo bloqueado por um tecido de células que protege o desenvolvimento do tímpano. A partir da 21ª semana, essa parede se rompe, o tímpano entra em contato com o líquido amniótico e começa a receber e processar vibrações, fazendo com o que o bebê comece a ouvir.
Musicoterapia
O repórter Phelipe Siani mostrou a história do Edson, um garoto que foi diagnosticado com autismo aos 6 anos de idade. O menino tinha dificuldades para falar, mas na frente do videogame, costumava se soltar.
Por isso, os pais recorreram à musicoterapia, um tratamento que começou a deixar o Edson mais calmo, atento e com interesse pelo mundo em sua volta. Com o tempo, os resultados foram ainda melhores: ele começou a interagir com as pessoas, a cumprimentá-las e a procurá-las também – tudo reflexo da música dentro da vida do menino.


v    Leia para os alunos os dois textos seguintes, e peça que grifem os trechos que apontem os benefícios/influência que a música proporciona aos animais e plantas.



Animais de estimação gostam de musica, mas não de qualquer uma
Publicado em 21.03.2012
http://hypescience.com/wp-content/uploads/2012/03/caomusic.jpg
Quem aqui nunca viu seu animal de estimação “cantando” junto com uma música? Mas será que eles gostam do seu estilo musical?
“Nós temos uma tendência humana de nos projetar em nossos animais de estimação e assumir que eles vão gostar do que gostamos”, afirma o pesquisador Charles Snowdon
Bichos gostam de ouvir música? O psicólogo de animais Charles Snowdon, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, descobriu que sim. Mas não dos velhos ritmos conhecidos pelos ouvidos humanos como rock ou jazz, e sim do que ele chama de “música específica à espécie” (em tradução livre).
Ao homem apetece ouvir músicas dentro de nossa escala vocal e acústica, com tons que compreendemos e batidas similares à do nosso coração. Se os bichos de estimação, por exemplo, reagem com indiferença aos estímulos musicais de seus donos, o motivo seria incompatibilidade sonora com a espécie, pois cada uma possui escala diferente.
Estudo indica que plantas reagem a música clássica

http://www.bbc.com/staticarchive/5ea3e7590d674d9be4582cc6f6c8e86070157686.gif
Planta
Cultivadores poderiam fazer 'sessões de música' nas plantações
Um estudo realizado por pesquisadores sul-coreanos sugere que expor as plantas ao som de música pode estimular seu crescimento.
Os pesquisadores, do Instituto Nacional de Agricultura Biotecnológia da Coréia do Sul, expuseram uma plantação de arroz ao som de 14 fragmentos de música clássica, enquanto monitoravam seu nível de atividade genética.
A atividade genética ocorre quando o código de DNA dos genes recebe "instruções" para realizar processos biológicos como o crescimento.
Os estudiosos ficaram surpresos ao perceber que o barulho provocou a reação em dois genes, rbcS e Ald. Como estes também são conhecidos por apresentar resposta à presença da luz, os cientistas resolveram repetir a experiência no escuro, observando os mesmos resultados.
Os pesquisadores não souberam explicar por que as plantas reagiram às ondas sonoras, mas especulam que as mudanças genéticas observadas podem ativar outros genes responsáveis pelo crescimento.
Os pesquisadores esperam que os resultados possam ajudar os cultivadores. Eles poderiam, sugerem os cientistas, promover sessões de música nas áreas de cultivo para impulsionar o crescimento das plantas.


TEXTO 3

Música ajuda a aliviar corpo e mente
Tocar instrumentos fortalece coordenação motora, entre outros benefícios
BEATRIZ LONGUINI
Do Rudge Ramos Jornal*
Com a correria do dia a dia e os compromissos lotando a agenda, explosões de raiva, insônia, enxaqueca e depressão se tornam cada vez mais frequentes. Uma alternativa para aliviar essas aflições é a música. O ritmo não importa, desde que a mente e o corpo estejam embalados em uma única sintonia. Nesse momento, os problemas somem e deixam espaço apenas para que as notas musicais se reúnam e cumpram o papel de relaxar, entreter e curar.
Para que a pessoa se envolva e sinta realmente os benefícios, o ideal é deixar a música tomar conta do ambiente. No trânsito, por exemplo, ao mesmo tempo em que uma música mais suave pode servir como uma forma de relaxamento, uma canção mais agitada pode alegrar o lugar. “O que é importante em um espaço de tanto estresse”, explicou o psicólogo Luciano Basso.
O ritmo do próprio corpo humano é uma das explicações da ciência para o efeito que a música causa nas pessoas. O pulso sanguíneo, os movimentos dos músculos, o andar e a respiração funcionam, de certa forma, como uma base para o tempo musical.
E não é de hoje que produtores e compositores musicais perceberam isso. Assim como as letras, as batidas também são pensadas para que despertem as emoções desejadas.
Ao escutar o ‘’tchan-tchan-tchan-tchaaaan’’, da Quinta Sinfonia de Beethoven, uma das mais conhecidas sequências musicais da história, você não fica com aquela tensão do que está por vir? Pois é, ao mesmo tempo em que a música é usada como uma forma de alterar os sentimentos, esses mesmos sons, ritmos e harmonias também são capazes de aprimorar as funções físicas, sociais, cognitivas e até mesmo neurológicas.
De acordo com Basso, a simples tarefa de memorizar as canções pode servir como um treino para a memória. ‘’Quando você decora e depois canta uma música, por exemplo, obrigatoriamente você exige que o seu cérebro preste atenção e se concentre na letra e no tempo da música. Isso é um ótimo exercício para qualquer idade’’, disse.
[...]
Karina explica que as sensações que sente variam de acordo com o tipo de música que está tocando. ‘’Algumas vezes, sinto paz e tranquilidade. Outras, sinto uma tensão, mas uma tensão gostosa de sentir. Apenas uma sensação é igual todas as vezes: sempre que estou tocando sinto como se não existisse mais nada ao meu redor. Consigo me abstrair de tudo, do ambiente onde estou, dos problemas pelos quais estou passando, do trabalho, enfim de tudo. Quando estou tocando parece que existe apenas eu e meu piano e que um faz parte do outro como uma coisa só".
[...]Musicoterapia - Com mais de 60 anos de pesquisa, a técnica que usa a música como uma forma de tratamento ganhou status a partir da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Na ocasião, militares norte-americanos a usaram como uma forma de aliviar os traumas e ajudar na reabilitação de pacientes feridos nos conflitos. Este método, conhecido como musicoterapia, é reconhecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde).
[...]
Segundo Gisele, a musicoterapia só não deve ser aplicada aos indivíduos portadores de epilepsia musicogênica, onde crises epilépticas são causadas por estímulos musicais. Estima-se que uma em cada dez milhões de pessoas sofra do problema. Fora isso, são feitos testes no início do processo que determinam se o tratamento é ou não indicada ao indivíduo.
Um dos campos de atuação é no atendimento à gestante e, posteriormente ao nascimento, à mãe e ao bebê. Além disso, lembra que “as pesquisas apontam que a música pode diminuir a sensação de dor. Por isso alguns pacientes conseguem diminuir os analgésicos quando participam da terapia musical.’’ Três meses é o mínimo para que os benefícios das sessões possam ser sentidos. O serviço pode ser encontrado em academias ou em clínicas especializadas. A média de preço varia de R$ 70 a R$ 100, por pacote.



Regras de Acentuação Gráfica
   Baseiam-se na constatação de que, em nossa língua, as palavras mais numerosas são as paroxítonas, seguidas pelas oxítonas. A maioria das paroxítonas termina em -a, -e, -o, -em, podendo ou não ser seguidas de "s". Essas paroxítonas, por serem maioria, não são acentuadas graficamente. Já as proparoxítonas, por serem pouco numerosas, são sempre acentuadas.
Proparoxítonas
Sílaba tônica: antepenúltima

As proparoxítonas são todas acentuadas graficamente. Exemplos: trágico, patético, árvore
Paroxítonas

Paroxítonas

Sílaba tônica: penúltima

Acentuam-se as paroxítonas terminadas em:
l
fácil
N
pólen
R
cadáver
Os
bíceps
X
tórax
U
vírus
i, is
júri, lápis
om, nos
Iândom, íons
um, uns
álbum, álbuns
ã(s), ão(s)
órfã, órfãs, órfão, órfãos
ditongo oral, seguido ou não de s)
jóquei, túnel

Oxítonas
Sílaba tônica: última
Acentuam-se as oxítonas terminadas em:
a(s)
sofá, sofás
e(s)
jacaré, vocês
o(s)
paletó, avós
em, ens
ninguém, armazéns





SEQUÊNCIA DIDÁTICA: ENTREVISTA ORAL

COLÉGIO MUNICIPAL MARIA JOSÉ DIAS PIRES DISCIPLINA: REDAÇÃO                  PROFESSORA: JANICLEIDE            SÉRIE: 7º SEQUÊNCIA D...